quarta-feira, 9 de julho de 2008

9 ANOS

Rê
Hoje (10/07) estamos comerando um dia muito especial.
Daqueles que nunca se esquece...
Nunca se apaga da memória...Aniversario de nosso casamento...

Muitas deficuldades enfrentamos na vida...Muitas lutas vencemos juntos;
isso é uma demonstração de amor,carinho, perseverança...


E neste dia bonito e alegre,que comemoramos nosso aniversário de casamento,quero desejar tudo de mais lindo em sua vida.
E que nosso casamento dure por muitas eternidades...

Catia.

BARRADINHO




Barradinho?

Barradão!!!!

Mas que fica chique fica....

eu amo estes barrados.

BARRADINHO




BLUSA DE TRICÔ


É bem simples de fazer.

SAIA SUPER ELEGANTE




CAIXA MULTIUSO




Na Revista da Nestlè tem o passo-a-passo... é bom que a gente evita de enviar mais um lixinho ao meio-ambiente e ainda aproveita pra guardar algumas coisinhas...

PORTA-TESOURA




A Vania passou o gráfico e eu fiz.


Faltam somente alguns detalhes.

DOBRADURA

Na semana do centenário do Japão no Grupinho que participo teve um desafio, enviar coisas que lembrassem o Japão, uma de nossas colegas enviou essa dobradura TSURU o pássaro que simboliza a saúde, penei... mas conseguiiii.

GARRAFA TÉRMICA DECORADA




O enxoval da minha filha teve como tema borboletas, bonecas e flores e tudo rosa e branco... olha só a garrafa térmica...

FERIADO EM SÃO PAULO, 09 DE JULHO

Dia da Revolução Constitucionalista de 1932
Em 9 de julho de 1932, rebentou a Revolução Paulista. São Paulo já possuía um governante civil e paulista, de modo que a grande reivindicação era a constitucionalização do país.O Estado do café se levantou contra a Revolução de 30 e os políticos paulistas, sobretudo os dirigentes do PRP (Partido Republicano Paulista), não se conformaram com a vitória da Revolução. A nomeação de um interventor em São Paulo, propiciou-lhes motivos para o desencadeamento de uma grande propaganda contra o governo federal, na qual se destacavam lemas bem elucidativos: "São Paulo conquistado!", "São Paulo dominado por gente estranha!", "Convocação imediata da Constituinte!", "Tudo pela Constituição!"

segunda-feira, 7 de julho de 2008

SEMANINHA EM CROCHÊ




Esse barrado fiz graças ao gráfico que a Cíntia do blog Doce Pontinhos me presenteou... ainda estou terminando... eu faço só sei fazer o crochê... essa pintura foi feita por minha sogra Dona Hercília. Para não deixar ninguém triste terminei o sábado e dei pra minha mãe pintar. kkkkk.


FELIZ ANIVERSÁRIO


Ontem foi aniversário da minha amada irmã Cíntia, fiz pra ela uma latinha, ficou legal e acho que ela gostou... além disso dei outras coisas, mas sempre tem que ir um artesanato, não acham?

O lema é: Dê artesanato de presente.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

NOSSOS VELHOS



Pais heróis e mães rainhas do lar.

Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos. Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça.

A rainha do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá prá implicar com a empregada. O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para outra?

Fizeram 80 anos. Nossos pais envelhecem.

Ninguém havia nos preparado pra isso. Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas.

Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez de eles serem cuidados e mimados por nós, nem que pra isso recorram a uma chantagenzinha emocional.

Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam.

Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu.

Estão com manchas na pele. Ficam tristes de repente. Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida.

É complicado aceitar que nossos heróis e rainhas já não estão no controle da situação. Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina.

Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo. Ficamos irritados se eles se atrapalham com o celular e ainda temos a cara-de-pau de corrigi-los quando usam expressões em desuso: calça de brim? frege? auto de praça? Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis. Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi.

Essa nossa intolerância só pode ser medo. Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais. É uma enrascada essa tal de passagem do tempo.

Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros, ainda mais quando os outros são papai e mamãe, nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós.
Martha Medeiros