segunda-feira, 19 de março de 2012

Cachorro morde, e lembrem-se não raciocina!!!

Eu quando era criança sempre tive cachorro, me lembro do 1o. Rex, um Pastor Alemão, super bonzinho. Depois tivemos outros ... uns calmos outros nem tanto, o mais feroz foi o Greg o temido, todos tinham medo dele inclusive eu.
Depois me casei e nunca quis ter um, mas porque sofri muito quando perdemos a Brigite uma Basset, quando ela ficou doente e depois a perdemos foi muito triste então não quis mais saber de ter um e sofrer com a perda. ok.



Fomos morar em Mogi Guaçu, interior de S.Paulo, e ái todos diziam que seria importante ter um pois como viajavamos muito para a Capital a casa precisava ter um cão de guarda, eis que no aniversário do Rê, meu marido, ele ganha uma cadelinha super simpática de presente, a Kesley - uma boxer que de cão de guarda não tinha nada, nem latia ... um doce em forma de cachorra ... voltamos pra SP e um dia a doce cachorrinha escapou e alguém levou embora pra nunca mais voltar, desde então decidi não ter cachorro, nem gato, o máximo um peixe, porque ... não tenho tempo de cuidar e ter por ter não é pra mim. Meu marido adora animais e a Maria Fernanda também, mas não acho que seja legal ...

Meus pais sempre tiveram cães como eu disse no início do post e recentemente perderam a Honda e a Pérola uma faleceu após a outra por saudade, cresceram juntas; desde que elas faleceram minha mãe fez uma encomenda e há dois meses chegaram a Lili e a Panda, a Lili calmissíma e a Panda um pouco mais agitadinha.

No sábado fomos ao casamento de meus primos e na volta fomos para a casa de meus pais, é óbvio que a Maria Fernanda não iria deixar as coitadas em paz, iria brincar, mexer, irritar as coitadas, e assim fez o tempo todo, até que teve a excelente idéia de dar comidinha para a Panda, ok ... brincadeira vai, brincadeira vem ... e nhac a Panda mordeu seu dedinho, xiii perdeu uma amiga ... a Mafê chorou muito e depois passou.

Hoje pela manhã liguei para a Dra. Renata pediatra da Maria Fernanda, e ela me informou como deveria proceder neste caso, me informou que a vacina é encontrada somente em hospitais públicos e talvez em Postos de Saúde, que devo observar durante dez dias mas sugeriu que eu fosse até o hospital para receber as informações. Liguei na Vigilância Sanitária e me deram as informações. Felizmente no posto de saúde próximo a minha casa tinha a vacina e a Maria Fernanda foi observada e vacinada, agora devemos observar a cachorra durante 10 dias e aplicar as vacinas.

Abaixo segue um texto extraido do site Guia do bebê.

Dados da Academia Americana de Pediatria revelam que, a cada ano, 4,7 milhões de pessoas são mordidas por cachorros. Em mais da metade dos casos, as vítimas têm menos de 14 anos, sendo que cerca de 150 mil episódios são tão sérios que requerem atendimento imediato.



No Brasil, cerca de 150 mil pessoas ao ano são mordidas pelos ‘caninos afiados’, sendo que em 77% dos casos o rosto é atingido. “Assim como se ensina as crianças a tomar precauções quando andam de bicicleta ou patins, deve-se preveni-las sobre os riscos de brincar inadvertidamente com o rosto sempre muito perto dos animais, ainda que sejam de estimação. Um simples vacilo e se ganha uma cicatriz para sempre”, diz o cirurgião plástico Rodrigo Novaes, do Hospital Santa Paula.



O especialista alerta para a importância de se entender que os cães reagem ao medo, à dor e, muitas vezes, também não tem a exata noção de seu tamanho ou força, podendo machucar uma pessoa enquanto brinca. “Quem costuma ficar assustado na presença de um cachorro precisa tomar algumas medidas, como fazer o possível para ficar calmo e evitar o contato com os olhos do animal. Dar as costas ao cão e sair correndo pode resultar em um acidente”.



Novaes afirma que boca, nariz e bochecha são os alvos preferidos pelos cães na hora do ataque. “Quando um cão morde uma pessoa no rosto, principalmente uma criança, como a pele é mais fina e vascularizada, acaba provocando sérias deformidades, inclusive uma cicatriz bastante visível”.



Assim que alguém é mordido, precisa ser protegido contra infecções, como o tétano. “Além disso, o tecido dilacerado deverá ser retirado e reconstruído via cirurgia. As cicatrizes são inevitáveis e podem necessitar de novas intervenções até ficarem quase imperceptíveis.”



O cirurgião plástico insiste que a prevenção contra esse tipo de acidente ainda é o melhor procedimento. Veja a regra dos “10 NÃOS”:



•NÃO aproxime seu rosto ao focinho de qualquer cachorro

•NÃO permita que o cão circule livremente na presença de estranhos

•NÃO se aproxime de um cão estranho

•NÃO leve seu cachorro para passear sem coleira

•NÃO provoque um cão em hipótese alguma

•NÃO perturbe um cão que está dormindo, comendo ou brincando

•NÃO deixe uma criança pequena sozinha com um cão

•NÃO deixe de vacinar seu cão anualmente

•NÃO deixe seu cão com estranhos

•NÃO ignore avisos de que um cão é bravo e representa perigo

Um comentário:

Ana Cristina disse...

Adoreiii seu blog, tem de tudo um pouco aqui... De tudo que é bom! Parabéns minha amiga! Mega beijo! Muito sucesso aqui e onde for. Beijãooooo

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